É mesmo de dia, noite, calor, ameno ou frio,
Eu fico aqui, observo e analiso.
Questiono erros do passado, tentando advinhar
Quem ou o que seríamos se pudéssemos os consertar.
Os anos se passam, mas ainda reconheço seu cheiro,
Ainda poucos suas promessas e sinto seu lamento
Espero dentro de uma caverna o dia de sair
e poder dizer que nada mais importa
Nada me é mais importante que a esperança,
De quem sabe, voltar a ser a musa do seu olhar
Com isso sigo até o fim a esperar.