Realmente eu me perdi. Enquanto eu andava na selva.
Girei entra as árvores indo sozinha abrindo caminho.
Ninguém para me ajudar ou me ouvir gritar.
As árvores, se falassem, diriam; pare!
Labaredas se acenderam, um fogo bonito.
Deixei de estar sozinha, estava queimando.
O fogo me completou. Para sempre...
Mas no fogo havia alguém a me ouvir.
Chamando pelo meu nome.
Havia além do fogo, a água que o apagou.
Deixei de queimar. O mundo acabou de começar...
Há em minha vida alegria agora.
Inflamável coragem, aquele alguém foi embora.
Lamentei sua partida, aquele alguém me deu coragem.
Realizei sonhos depois. Insisti na dor depois da perda.
O fogo me ensinou a viver
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